quinta-feira, 4 de junho de 2009

life in painfully jazz

Porra, baixei aqui aquele livro da bruna surfistinha, "O doce veneno do escorpião" e tou lendo numa voracidade, já tou acabando, que história cabulosa a dessa garota, você percebe que a maioria dessas garotas que trabalham de plantonistas tiveram vida familiar conturbada ou tragédias ou desgraças de amor, no caso dela foi adotada e bem criada mas sempre foi uma safadinha agora fora a história dessa vagabunda (foda-se ela)o que aconteceu c/ o pai dela eu fiquei pasmado, como a vida é frágil, o cara abaixou p/ pegar alguma coisa na garagem do prédio e ao levantar bateu a cabeça violentamente numa parte mais baixa do teto, daí ficou inutilizado p/ o resto da vida sem poder seguir c/ sua brilhante profissão de advogado (o que me chama mais atenção do que a história dela) nada contra ningúem, viva e deixe viver mais eu me percebo bem conservador em muitos aspectos mas isso não interessa, porque o ser-humano tem mesmo uma tendência à demagogia, porque se aparece uma puta bem gostosa eu realmente não sei se não mandaria essa estória de straight-edge p/ puta-que-pariu ssim como umas hinekens são tomadas sometimes farizaicamente,huahuauha,mas que nada no momento as águas musicais passam por uma transição, só escutndo jazz e musica brasileira, tou um pouco enjoado de musica pesada, mas a minha tem qualidade realmente e vou continuar com o projeto, o fúria já era porque era um projeto sem foco nenhum, a cara do meu amigo Carlos, tipo daqueles caras super-inteligentes mas que não sabem bem o que querem na verdade, meio preguiçoso sabe e reclamão, mas deixa p/ lá. O lance é que isso realmente não dá lá futuro a não ser que você seja americano ou europeu e tenha uma banda assim tipo slayer, talento os brasileiros tem de sobra mas eu sou bem pé no chão e sei daonde vim né, então não me deixo levar por culturinhas fuleiras e estrangeiras valorizando e me influenciando pelo que há de melhor aqui e adicionando essa coisa boa no que faço, mas como se diz o trabalho é mais importante do que as ideias então fora os estudos acadêmicos que realmente racionalmente falando me levarão a algum lugar eu sigo fazendo um trabalho profissional e com isso vou conseguir alguma notoriedade e diversão, ademais o que vou contar p/ os meus netos quando velho estiver? que eu fui um bundão com uma biblia debaixo do braço condenando todos ao fogo do inferno com medo do capeta? huahuahuauh, ele não é tão feio assim,rsrsrs, já tive experiências (muito válidas diga-se de passagem c/ a religião) mas realmente não me encontrei nesses esquemas e sentia aquele fogo por dentro de contestar aquelas múmias, normal existirem aquelas pessoas que não servem p/ serem avulsas e eu fui praticamente jogado lá de cima já que sempre tive essa energia red-hot-chilli-pepperliana, essa coisa sexual e temperada que deixa as meninas loucas e os homens c/ sensação da peso na cabeça,hehehe, foda-se, é o destino, a arte é algo que não se mede por notoriedade nem por quantidade mas por qualidade, seja feia ou bela, os humanos transformam as coisas em espetáculos comerciais, transformam coisas poéticas em grandes produtos c/ embalagem. Jesus Cristo é um produto muito comercializado assim como remedios em farmácia, a salvação se torna um espetáculo e ninguem mais tem de passar pela cruz para se redimir, é sempre nescessário o caminho dos espinhos p/ se chegar a um objetivo, essa vagaba me ensinou que é bom enxergar no fundo do peito de alguém antes de atirar a primeira pedra.

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